Polícia do Rio investiga estupro coletivo de 30 homens contra jovem


Atualização: na noite desta quinta-feira, dia 26/05, o Jornal Nacional noticiou que pelo menos quatro homens que participaram do estupro coletivo já foram identificados. Dentre eles há um homem de 41 anos de idade que já foi funcionário da TV Globo (e atualmente não faz mais parte do quadro de funcionários da emissora). Confira as informações atualizadas sobre o caso.

Um jovem utilizou as redes sociais para divulgar um vídeo onde uma jovem aparece desacordada e nua. No vídeo divulgado através do Twitter, o jovem diz que 30 homens teriam participado do estupro coletivo.

Homens divulgam vídeo de suposto estupro coletivo e chocam redes sociais - Foto: Reprodução

Homens divulgam vídeo de suposto estupro coletivo e chocam redes sociais – Foto: Reprodução

Os policiais da Delegacia de Repressão de Crimes de Informática – DRCI, já teriam identificado dois homens que divulgaram o vídeo na internet. Nas imagens que não tivemos acesso, a menina aparece nua deitada em uma cama e desacordada. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados para não atrapalhar as investigações. O nome da jovem também é mantido em sigilo para preservar a vítima e há suspeitas também de que ela seja menor de idade.

Ainda não há informações das circunstâncias em que o crime ocorreu. Não sabe-se até o momento se a garota estuprada foi drogada ou dopada para ser submetida aos atos criminosos. Nas primeiras informações divulgadas pela Polícia Civil, um dos homens identificados mora em Santa Cruz, e o outro mora na Cidade de Deus, ambas na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O crime ocorreu em Santa Cruz. O Ministério Público – MP está investigando o caso para tentar identificar outros participantes e também para identificar pessoas que teriam utilizado as redes sociais para distribuir o material, além de também verificar pessoas que tenham publicado ofensas à jovem vítima de violência sexual.

Um terceiro suspeito já está sendo identificado pela polícia, um homem que tirou uma foto próximo às nádegas da vítima. As investigações começaram após uma pessoa ter ido ao Ministério Público do RJ para fazer uma denúncia anônima à ouvidoria do órgão. Esta pessoa levou o vídeo e fez prints das telas com as publicações ofensivas. O material foi encaminhado à 23ª Promotoria de Investigação Penal do MPRJ, pois há a informação de que a vítima ainda encontra-se desaparecida e é preciso apurar o que ocorreu com ela. É nesta promotoria que seu paradeiro poderá ser identificado, já que a promotoria trabalha junto à Delegacia Anti-Sequestro – DAS.

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